Com Psicóloga Jessica Oliveira
O preconceito contra pessoas LGBTQIA+ pode afetar negativamente o tratamento de ansiedade e depressão de várias maneiras:
1. Acesso a serviços de saúde.
Pessoas LGBTQIA+ podem enfrentar barreiras no acesso a serviços de saúde mental devido ao estigma e discriminação, o que pode dificultar a busca por tratamento adequado.
2. Relutância em buscar ajuda.
O medo de serem julgadas ou discriminadas por profissionais de saúde pode levar pessoas LGBTQIA+ a evitar procurar tratamento, resultando em um subdiagnóstico e subtratamento de condições como ansiedade e depressão. Infelizmente não é apenas um medo, é uma triste realidade que acontece muito frequentemente.
3. Falta de competência cultural e sensibilidade.
Profissionais de saúde mental podem não estar adequadamente treinados para entender as experiências específicas das pessoas LGBTQIA+ ou para lidar com questões relacionadas à identidade de gênero e orientação sexual. Isso pode levar a uma falta de empatia e compreensão durante o tratamento, o que pode minar a eficácia do tratamento. Minha opinião? Escondem-se atrás do preconceito para não assumir sua falta de estudo, preparo, respeito e amor.
4. Falta de apoio social e familiar.
Pessoas LGBTQIA+ podem enfrentar rejeição ou falta de apoio de suas famílias ou comunidades, o que pode piorar sua saúde mental e dificultar o tratamento eficaz da ansiedade e depressão.
5. Estresse crônico.
A discriminação e o preconceito enfrentados por pessoas LGBTQIA+ podem causar estresse crônico, aumentando o risco de desenvolver ansiedade e depressão, além de agravar os sintomas em quem já sofre dessas condições.
6. Isolamento social.
O estigma e a discriminação podem levar ao isolamento social, o que pode agravar os sintomas de ansiedade e depressão. Pessoas LGBTQIA+ podem enfrentar rejeição de suas famílias, amigos ou comunidades, o que contribui para a solidão e o desamparo emocional.
7. Dupla discriminação.
Pessoas LGBTQIA+ que também pertencem a outras minorias étnicas, religiosas ou socioeconômicas, além da presença de alguma deficiência física, podem enfrentar uma dupla discriminação, o que aumenta ainda mais o impacto negativo no tratamento de ansiedade e depressão.
8. Autoestima e identidade.
O preconceito pode afetar a autoestima e a identidade das pessoas LGBTQIA+, contribuindo para sentimentos de inadequação e desesperança, que são fatores de risco para ansiedade e depressão.
No Brasil, as estatísticas sobre a ocorrência de ansiedade e depressão em pessoas LGBT variam, mas pesquisas sugerem que esses grupos enfrentam taxas mais altas de problemas de saúde mental em comparação com a população em geral.
Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em parceria com a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) revelou que 52% das pessoas LGBT no Brasil já pensaram em suicídio devido à discriminação sofrida em decorrência de sua orientação sexual ou identidade de gênero.
No entanto, é importante ressaltar que essas estatísticas podem não refletir completamente a realidade devido à subnotificação e ao estigma associado à saúde mental, especialmente entre grupos minoritários. Portanto, esses números podem ser apenas uma parte do quadro completo e muito provavelmente a realidade é ainda mais grave.
Fonte: "Efeitos da violência homofóbica sobre a saúde mental de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no Brasil: análises preliminares do projeto Jovens do Brasil." - Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) em parceria com a Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT).
Em suma, o preconceito contra pessoas LGBT pode criar uma série de desafios que dificultam o tratamento eficaz de ansiedade e depressão, incluindo acesso limitado a serviços de saúde mental, relutância em buscar ajuda, estresse crônico, isolamento social e impacto na autoestima e identidade.
É crucial abordar essas questões no sistema de saúde e na sociedade em geral para garantir que todos tenham acesso a cuidados de saúde mental adequados e inclusivos.
Nutrição para suporte ao tratamento de ansiedade e depressão
Sabemos que a ansiedade e a depressão são tratadas por médicos especialistas, em um tratamento que inclui consultas e medicamentos. No entanto, sabemos que existem nutrientes que podem contribuir de forma bastante positiva para os bons resultados do tratamento. Não pretendemos substituir as formas tradicionais de tratamento pela Nutrição, mas afirmar de forma categórica que sim, é possível que a alimentação colabore e muito para o bom resultado do tratamento.
Existem alguns nutrientes que podem ser absorvidos na alimentação ou na suplementação, conhecidos por suas propriedades antidepressivas como:
ferro
folato
ômega 3
magnésio
potássio
selênio
tiamina
zinco
vitaminas A, B6, B12, C
O que é suplementação?
A suplementação alimentar é o uso de produtos, como vitaminas, minerais, aminoácidos, ervas e outros compostos, para complementar a dieta com nutrientes que podem estar ausentes ou em quantidades inadequadas na alimentação regular. Esses suplementos são tomados em forma de pílulas, cápsulas, pós ou líquidos e são destinados a fornecer benefícios à saúde, como promover o bem-estar geral, apoiar o sistema imunológico ou prevenir deficiências nutricionais.
No entanto é sempre mais recomendável ingerir estes nutrientes através de alimentos naturais e saudáveis.
Existe uma Escala de Alimentos para Combate à Depressão, com aqueles que são as fontes mais ricas nesses nutrientes, com comprovação da ciência, para ajudar na prevenção e somar no tratamento de distúrbios depressivos.
Os alimentos não substituem o trabalho dos profissionais de saúde especializados e os medicamentos, mas criam no organismo um ambiente propício e receptivo para a melhora. Nos casos em que os distúrbios são causados em parte ou no todo pela escassez destes nutrientes os resultados tendem a ser ainda melhores com seu consumo ou suplementação
Nesta lista o principal destaque é o agrião. Conheça agora os principais, tanto de origem animal quanto vegetal, na escala do melhor para o menos relevante...
ORIGEM VEGETAL
1- Agrião
2- Espinafre
3- Mostarda, nabo ou beterraba
4- Ervas frescas: coentro, manjericão e salsa
5- Alface vermelha e verde
6- Chicória
7- Pimentão
8- Abóbora
9- Dente-de-leão
10- Couve-flor
11- Couve-rábano
12- Repolho roxo
13- Brócolis
14- Couve de Bruxelas
15- Acerola
16- Abóbora-manteiga
17- Mamão
18- Limão
ORIGEM ANIMAL
1- Ostras
2- Fígado evísceras (baço, rins ou coração)
3- Miudezas de aves
4- Ameijôa
5- Mexilhões
6- Polvo
7- Caranguejo
8- Cabra
9- Atum
10- Anchova
11- Lagosta
12- Truta-arco-iris
13- Peixe manchado
14- Arenque
15- Pargo
Antidepressivos na perda e ganho de peso
O uso de alguns remédios pode influenciar para a perda ou ganho de peso, além de alguns que são neutros, não fazem diferença.
É bom saber quais são estes remédios para identificar, se você está em tratamento com algum deles, qual tendência o medicamento traz para o seu corpo.
E principalmente lembrar que a tendência a ganhar ou perder peso não é uma sentença definitiva do que vai acontecer com seu peso, mas pode ser um alerta para caprichar mais na alimentação e lutar contra os efeitos, caso sejam diferentes daquilo que você deseja para seu corpo (mais ou menos peso).
GRANDE POTENCIAL PARA GANHO DE PESO
Paroxetina
Mirtazapina
Amitriptilina
Citalopram
Nortriptilina
Duloxetina
Escitalopram
TÊM POUCO EFEITO NA ALTERAÇÃO DE PESO
Venlafaxina
Sertralina
Trazodona
Fluoxetina
Desvenlafaxina
TEM POTENCIAL PARA PERDA DE PESO
Bupropiona
É muito importante observar que a escolha ou combinação de remédios é exclusivamente feita pelo profissional médico especializado a partir de outros critérios que não são a perda ou ganho de peso. No entanto é importante saber o potencial do remédio utilizado para te ajudar a identificar, pro exemplo, que a causa da alteração de peso possa estar no remédio e dessa forma tomar medidas na alimentação para que esse potencial não ocorra.
Por exemplo, fazendo dietas de perda de peso para reverter o efeito de ganho de peso do medicamento ou fazendo dietas de ganho de peso para evitar o efeito de perda de peso do medicamento.
Interação entre alimentos e medicamentos para ansiedade e depressão
As interações entre medicamentos para o tratamento de ansiedade e depressão e alimentos/suplementos podem ser significativas e devem ser consideradas para garantir a eficácia e segurança do tratamento.
Aqui estão algumas interações comuns:
1. Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS).
Alimentos ricos em tiramina, como queijos envelhecidos e produtos fermentados, podem interagir com os ISRS, aumentando o risco de pressão arterial elevada e crises hipertensivas.
2. Inibidores da Monoaminoxidase (IMAO).
Alimentos ricos em tiramina, como queijos, carnes processadas e alguns vegetais fermentados, podem causar uma crise hipertensiva (pressão alta) perigosa quando consumidos com IMAOs.
3. Benzodiazepínicos.
Álcool e alimentos ricos em gordura podem aumentar os efeitos sedativos dos benzodiazepínicos, podendo levar a sonolência excessiva e diminuição da função cognitiva.
4. Erva de São João (Hypericum perforatum).
Esta erva pode interagir com antidepressivos, como inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), aumentando o risco de síndrome serotoninérgica.
5. Suplementos de Ômega-3.
Suplementos de ômega-3 podem potencializar os efeitos dos antidepressivos, mas doses muito altas podem aumentar o risco de hemorragias, especialmente quando combinadas com anticoagulantes.
É fundamental que os pacientes informem seus médicos sobre todos os alimentos e suplementos que estão consumindo enquanto estão em tratamento com medicamentos para ansiedade e depressão. Isso permite uma avaliação completa das possíveis interações e ajustes adequados no tratamento para garantir a segurança e eficácia.
Relação entre o uso de hormônios e ansiedade / depressão
Embora sejam os hormônios também medicamentos, considero que vale a pena detalhar a sua relação com a ansiedade e depressão, analisando os pontos negativos e positivos e as formas de utilizar a nutrição para melhorar o funcionamento dos hormônios e colaborar para a redução de seus efeitos colaterais, devido ao seu uso cada vez mais presente para ganho de músculos e na transição de homens e mulheres trans.
A relação entre ansiedade, depressão e o uso de hormônios, como testosterona, estrógeno e progesterona, é complexa e pode variar dependendo de vários fatores, incluindo sexo, idade, histórico médico e dosagens hormonais.
Vamos a uma visão geral, ainda dentro do que ocorre com mais prevalência, ou seja, o uso da testosterona por homens cis e o uso da progesterona e estrógeno em mulheres cis. Em seguida veremos o inverso disso, para pessoas trans em transição ou manutenção.
A testosterona e a ansiedade no homem cis.
Alguns estudos sugerem que baixos níveis de testosterona podem estar associados a sintomas de ansiedade em homens cis, enquanto outros indicam que a suplementação de testosterona pode reduzir a ansiedade em certas populações, como homens com hipogonadismo.
A testosterona e a depressão no homem cis.
A relação entre testosterona e depressão é complexa e ainda não está completamente compreendida. Alguns estudos sugerem que a baixa testosterona pode estar associada a sintomas depressivos em homens, mas mais pesquisas são necessárias para entender completamente essa relação.
O estrógeno e a ansiedade na mulher cis.
O estrógeno tem sido associado a um maior risco de ansiedade em mulheres, especialmente durante períodos de flutuações hormonais, como a menstruação, a gravidez e a menopausa.
O estrógeno e a depressão na mulher cis.
Os níveis de estrógeno podem influenciar o risco de depressão em mulheres, e a terapia de reposição hormonal (TRH) com estrógeno tem sido associada a uma redução dos sintomas depressivos em algumas mulheres na pós-menopausa.
A progesterona e a ansiedade na mulher cis.
Os efeitos da progesterona na ansiedade são menos claros do que os do estrógeno e da testosterona. Alguns estudos sugerem que a progesterona pode ter efeitos ansiolíticos em certas populações, enquanto outros não encontraram associações significativas.
A progesterona e a depressão na mulher cis.
A progesterona também pode desempenhar um papel na regulação do humor, mas a relação entre a progesterona e a depressão não é tão bem compreendida quanto a do estrógeno.
A combinação de estrógeno e progesterona para mulheres cis
Tanto o estrógeno quanto a progesterona desempenham papéis importantes na saúde mental das mulheres. Flutuações hormonais ao longo do ciclo menstrual, durante a gravidez e na menopausa podem afetar significativamente o humor e o bem-estar emocional das mulheres.
Estudos têm mostrado uma associação entre flutuações hormonais, como baixos níveis de estrógeno e progesterona durante a fase pré-menstrual e sintomas de ansiedade e depressão em mulheres.
Além disso, a terapia de reposição hormonal (TRH) com estrógeno e progesterona pode ser prescrita para mulheres na pós-menopausa para ajudar a aliviar sintomas de depressão e ansiedade.
É importante notar que o uso de hormônios exógenos, como em terapias de reposição hormonal ou esteroides anabolizantes, pode ter efeitos variados na saúde mental e emocional, incluindo o potencial de aumentar o risco de ansiedade e depressão em certos indivíduos. Além disso, fatores individuais, como predisposição genética e história de saúde mental, podem influenciar a forma como os hormônios afetam o humor e o bem-estar.
Estrógeno, progesterona e testosterona em pessoas trans.
Agora passaremos a analisar o uso dos hormônios para pessoas trans e em fase de transição, ou seja, o estrógeno e a progesterona para a mulher trans e também a testosterona para o homem trans.
É muito importante lembrar que não está correto o conceito de que a testosterona seria um "hormônio masculino" e os estrógeno e a progesterona seriam "hormônios femininos", já que ambos os tipos de organismo têm todos estes hormônios, apenas variando a quantidade e proporção entre eles.
Posição do autor.
Ao fazer a terapia hormonal, dentro desse raciocínio, a pessoa trans não está colocando em seu organismo algo estranho à sua natureza, está apenas alterando essas proporções de forma perfeitamente válida cientificamente para alcançar seus objetivos de transição.
Analisamos então a relação entre a ansiedade, a depressão e o uso de hormônios para pessoas trans.
A progesterona e a ansiedade na mulher trans
A progesterona não é naturalmente produzida em grandes quantidades pelo organismo inicialmente masculino, mas pode ser usada em terapias de reposição hormonal ou esteroides anabolizantes. O impacto da progesterona na ansiedade nesses casos ainda não foi extensivamente estudado, mas pode estar relacionado à modulação dos receptores GABA no cérebro, que estão associados à ansiedade em geral.
A progesterona e a depressão na mulher trans
Da mesma forma, o papel da progesterona na depressão nestes casos não foi amplamente investigado. Alguns estudos sugerem que a progesterona pode ter efeitos antidepressivos em certas populações.
O estrógeno e a ansiedade na mulher trans
O impacto do estrogênio na ansiedade em organismos inicialmente masculinos é pouco estudado, mas alguns estudos sugerem que flutuações nos níveis de estrogênio podem afetar o humor e a ansiedade, ressaltando a necessidade do acompanhamento médico para cálculo de dosagem, periodicidade, enfim, buscar a estabilidade que impede essas flutuações.
O estrógeno e a depressão na mulher trans
Embora o estrogênio seja geralmente considerado por muitos um hormônio feminino característico de mulheres cis, as mulheres trans também têm, naturalmente, níveis menores desse hormônio. Alguns estudos sugerem que a diminuição dos níveis de estrogênio em mulheres trans podem estar associada a sintomas depressivos, justificando seu uso, sempre dentro de um acompanhamento médico individualizado.
A combinação de progesterona e estrógeno na mulher trans
Como já vimos anteriormente a progesterona e o estrógeno não são "hormônios femininos", mas hormônios que ocorrem naturalmente em todas as pessoas. A mulher trans, no início de sua transição, apresenta níveis menores destes hormônios e busca, com o trabalho médico, aumentar sua presença em seu organismo.
O estado emocional da mulher trans pode sofrer com as flutuações, desequilíbrios desses hormônios, ou seja, o trabalho precisa buscar a estabilidade de doses, ou seja, a quantidade utilizada e também a regularidade, ou seja, o tempo exato entre as aplicações.
Os sintomas de ansiedade e depressão na mulher trans estão associados a níveis baixos de estrógeno, ou seja, seu uso é positivo, aumentando estes níveis para o organismo.
A interação entre o estrógeno e a progesterona pode influenciar o humor e o bem-estar emocional, justificando mais uma vez o planejamento e acompanhamento rigorosos feito por um especialista médico.
A progesterona também pode desempenhar um papel na regulação do humor em na mulher trans, embora sua influência seja menos compreendida em comparação com o estrógeno e a testosterona.
A testosterona e a ansiedade no homem trans
A testosterona é presente no organismo inicialmente feminino em quantidades menores, produzida principalmente pelos ovários e em menor grau pelas glândulas supra-renais. Flutuações nos níveis de testosterona podem estar associadas a sintomas de ansiedade, especialmente durante períodos de desequilíbrio hormonal, como a síndrome pré-menstrual (SPM) ou a menopausa. Isso sugere a importância do acompanhamento médico para determinação de doses, tempo entre aplicações, ou seja, levar o organismo à maior estabilidade possível, evitando essas flutuações.
Quando ocorre a síndrome do ovário policístico (SOP), uma condição que pode estar associada a níveis aumentados de testosterona, sugerem uma possível associação entre níveis elevados de testosterona e sintomas de ansiedade.
A testosterona e a depressão no homem trans
Alguns estudos sugerem que baixos níveis de testosterona podem estar associados a sintomas depressivos em homens trans, enquanto outros não encontraram uma associação significativa.
A terapia de reposição de testosterona, quando o organismo entra na fase da pós-menopausa tem sido estudada como um possível tratamento para sintomas de depressão, mas os resultados são mistos e mais pesquisas são necessárias para entender completamente os efeitos da testosterona na depressão nesses casos.
Posição do autor
Apesar da imensa relevância da terapia hormonal para pessoas trans, note que na maioria dos tópicos acima trabalhamos com poucos estudos científicos sérios que nos permitam conhecer mais sobre a relação entre os hormônios e a ansiedade e a depressão.
Entre tantas e imensas lutas contra a LGBTQIA+FOBIA ainda é preciso apontar mais essa: a falta de estudos, de investimentos, de foco científico nestas questões, o que mostra mais uma "cara feia" e talvez uma das mais cruéis do preconceito: os prejuízos à saúde de tantas pessoas trans.
A seguir entraremos em um tema bastante relevante: de que forma a nutrição, ou seja, o forma com que a pessoa LGBTQIA+ pode interferir de forma positiva no uso de hormônios, tanto contribuindo para reduzir ou evitar efeitos colaterais quanto para melhorar o seu funcionamento no organismo.