Cap. 1 - VOCÊ CONHECE OS PRINCÍPIOS GERAIS DE SAÚDE E NUTRIÇÃO?

 

Vamos deixar tudo mais simples e derrubar os mitos sobre Nutrição? 

Você pode aprender, você pode saber tanto quanto eu quando terminar esta leitura e nenhuma alegria poderá ser maior que esta para mim.

Para este tema escolhi falar sobre os princípios de um Guia que considero o melhor trabalho sobre nutrição. Aquele que, se apenas seguíssemos tudo, todos os nossos problemas de alimentação estariam resolvidos. 

Creio que sejam os princípios simples, fáceis, aquilo que instintivamente nossos avós já sabiam e faziam. Tempo em que não havia tantas doenças como hoje em dia. 

Estou falando de um guia chamado Guia Alimentar para a População Brasileira.

O Guia Alimentar para a População Brasileira foi elaborado pelo Ministério da Saúde do Brasil durante o governo da Presidente Dilma Roussef e é referência, por exemplo, para os nutricionistas que determinas a alimentação dos alunos nas escolas infantis e estabelece uma série de princípios gerais de alimentação saudável. 

Aqui estão alguns deles: 

1. Faça refeições balanceadas.

Priorize alimentos de diferentes grupos alimentares em cada refeição, incluindo cereais, leguminosas, frutas, legumes, verduras, proteínas de origem animal e vegetal. 

2. Varie os alimentos.

Consuma uma ampla variedade de alimentos para garantir a ingestão de nutrientes diversos e promover uma alimentação equilibrada. 

3. Coma com regularidade e atenção.

Mantenha horários regulares para as refeições e coma com atenção, evitando distrações, como televisão ou celular, para favorecer a percepção de saciedade e promover uma relação saudável com a comida. 

4. Prefira alimentos naturais.

Opte por alimentos minimamente processados ou in natura, evitando o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, ricos em aditivos, açúcares e gorduras saturadas. 

5. Reduza alimentos processados e evite alimentos ultraprocessados.

Reduza o consumo de alimentos ultraprocessados, como refrigerantes, salgadinhos, biscoitos recheados e alimentos prontos para consumo, que tendem a ser pobres em nutrientes e ricos em calorias vazias. 

6. Cuide do ambiente alimentar.

Priorize ambientes que promovam escolhas saudáveis, como ter alimentos frescos e minimamente processados à disposição e evitar o acesso fácil a alimentos ultraprocessados. 

7. Atenção aos modos de preparo.

Dê preferência a métodos de preparo culinário que preservem os nutrientes dos alimentos, como cozimento, assamento, grelhamento e vaporização, e evite o uso excessivo de gorduras, sal e açúcar nos preparos. 

Estes são alguns dos princípios gerais destacados no Guia Alimentar para a População Brasileira, que visa promover hábitos alimentares saudáveis e contribuir para a prevenção de doenças relacionadas à alimentação. 

Aproveito para incluir algumas dicas úteis para o seu dia-a-dia.


Você sabe quais os benefícios de usar o óleo de côco?

Existem alimentos diferenciados, que realmente têm benefícios para a nossa saúde, tanto pensando em nosso organismo "por dentro", quanto na parte estética, por exemplo, ajudando na beleza da pele e dos cabelos.

Vamos falar sobre um deles, que uso regularmente em casa, com minha família e recomendo muito a você: o óleo de côco,

O óleo de côco tem sido objeto de interesse devido aos potenciais benefícios para a saúde. Aqui estão alguns deles: 

1. Ácidos graxos de cadeia média (AGCM).

O óleo de coco é rico em ácidos graxos de cadeia média, como o ácido láurico, caprílico e caprílico. Esses ácidos graxos são absorvidos rapidamente pelo corpo e são uma fonte de energia prontamente disponível, o que pode ajudar na melhoria do desempenho físico e mental. Uma gordura que vira rapidamente e o corpo não acumula, ou seja, não engorda.

2. Propriedades antioxidantes.

O óleo de coco contém compostos antioxidantes, como polifenóis, que podem ajudar a combater o estresse oxidativo e proteger as células contra danos causados pelos radicais livres, contribuindo para a saúde celular e reduzindo o risco de doenças crônicas. Na prática isso ajuda muito a evitar o envelhecimento precoce, principalmente da pele.

3. Melhoria da saúde cardiovascular.

Alguns estudos sugerem que o consumo moderado de óleo de coco pode aumentar os níveis de colesterol HDL (colesterol "bom"), o que pode ter efeitos benéficos na saúde cardiovascular, ajudando a reduzir o risco de doenças cardíacas. 

4. Propriedades antimicrobianas.

O ácido láurico presente no óleo de coco tem propriedades antimicrobianas, o que pode ajudar a combater bactérias, vírus e fungos, ajudando a fortalecer o sistema imunológico e prevenir infecções. 

5. Benefícios para a saúde da pele e do cabelo.

O óleo de coco é frequentemente utilizado em produtos de cuidados com a pele e o cabelo devido às suas propriedades hidratantes e emolientes, podendo ajudar a melhorar a hidratação, suavidade e elasticidade da pele, bem como a saúde do cabelo. QUando a pele fica vermelha pelo excesso de exposição ao sol, passar uma camada de óleo de côco funciona melhor do que qualquer produto de farmácia!


Beba água pura!

Beber água é essencial para manter o funcionamento saudável do organismo e contribuir para a saúde da pele e do cabelo. Aqui estão alguns benefícios, quantidades recomendadas de consumo e riscos da desidratação:


 Benefícios para a saúde e estética:

1. Hidratação do corpo.  

A água é essencial para manter o equilíbrio hídrico do corpo, facilitando várias funções fisiológicas, como a regulação da temperatura corporal, transporte de nutrientes e eliminação de resíduos. 

2. Saúde da pele.

A ingestão adequada de água pode ajudar a manter a pele hidratada, promovendo sua elasticidade, suavidade e brilho. A desidratação pode levar a pele seca, irritada e com aparência envelhecida. 

3. Saúde do cabelo.

A água é importante para manter a saúde do couro cabeludo e dos folículos capilares, ajudando a prevenir a caspa, a quebra e a queda excessiva de cabelo. 


Quantidades recomendadas de consumo de água por faixa etária

- Bebês (0-6 meses): Aproximadamente 700-800 ml por dia, incluindo leite materno ou fórmula. 

- Crianças (7 meses - 3 anos): Aproximadamente 0,8-1 litro por dia, incluindo leite e líquidos. 

- Crianças (4-8 anos): Aproximadamente 1,2 litros por dia. 

- Crianças (9-13 anos): Aproximadamente 1,5 litros por dia. 

- Adolescentes e adultos: Aproximadamente 2-3 litros por dia, dependendo de fatores como idade, peso, atividade física e condições climáticas. 


Riscos da desidratação

Quando falta água, o corpo inteiro fica desidratado. Fica fácil de entender quando olhamos para uma planta, uma flor, sem água. Perde-se a força, o brilho, a flor murcha, a planta definha. Com nosso organismo, nosso corpo ocorre o mesmo!

1. Comprometimento da função cognitiva. 

A desidratação pode afetar negativamente a função cognitiva, o uso da nossa mente, causando fadiga, dificuldade de concentração, dores de cabeça e irritabilidade. 

2. Riscos para a saúde cardiovascular. 

A desidratação pode aumentar o risco de complicações cardiovasculares, como pressão arterial elevada (pressão alta) e aumento da frequência cardíaca. 

3. Complicações renais. 

A desidratação pode sobrecarregar os rins, levando a problemas como cálculos renais e infecções do trato urinário. 

4. Impacto na estética. 

A desidratação pode causar pele seca, sem brilho e enrugada, bem como cabelo seco, quebradiço e sem vida, afetando a aparência estética. 

É importante beber água regularmente ao longo do dia e prestar atenção aos sinais de sede do corpo para garantir uma hidratação adequada. 


Tem sal que faz bem, tem sal que faz mal

Já é algo bem conhecido o sal em excesso ser um vilão contra a nossa saúde. Entre as condições de alerta para o consumo do sal está a hipertensão, ou pressão alta e outras doenças cardiovasculares.

No entanto vale observar que esse alerta é válido para o sal de cozinha, sal de saleiro, sal refinado como conhecemos. Este sal é composto praticamente apenas por cloreto de sódio, que realmente traz esses riscos. No processamento deste sal são retirados praticamente todos os outros minerais.

Já o sal marinho, o sal "original" da natureza, sem o processamento e refinamento, também é composto principalmente de cloreto de sódio, mas também contém uma variedade de minerais como cálcio, magnésio, potássio e traços de outros minerais como ferro, zinco e iodo. 

Esses minerais fornecem benefícios para a saúde, como a regulação da pressão arterial, função muscular e nervosa adequadas, e contribuem para a saúde óssea e imunológica.

Ou seja, o sal refinado de cozinha é veneno. O sal marinho é remédio!